Imaginem que um verme qualquer, uma minhoca, esteja passando através de uma maça. Ao final vão existir dois buracos conectados por um tubo.
Essa idéia não é muito complexa de se entender. A matéria simplesmente passa por um buraco pelo universo, pegando um atalho, ao invés de ’dar a volta’.
Tais conceitos, derivados da Teória da Relatividade, implica em muitas coisas. Segundo John Wheels em Annals of Physics ”esta análise força a considerar-se situações…onde há um fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de alça ou espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam talvez ser desculpados por denominar mais vividamente de buraco de verme”.
Agora vamos mais fundo: buracos de verme entre universos. Esse tipo de caracterização é mais complexa. Podemos concerber a idéia de um universo filho ou universo bebê concetado ao universo origem por uma espécie de cordão umbilical. Tal cordão se encaixa na condição de buraco-de-verme.
ps: artigo sujeito a revisão e expansão.
